“Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis também com ele o trigo. Deixai crescer ambos juntos até à ceifa.”
Se Deus sabia quem escolheria o mal, por que criá-los? A pergunta assume que a identidade de um ser existe antes das suas escolhas, à espera de ser filtrada. Não existe.
Uma criatura que nunca enfrentou uma decisão real não é a mesma criatura examinada e aprovada; é outra criatura. Criar apenas aqueles que escolheriam bem é não criar ninguém que escolha.
A parábola do trigo e do joio não é indecisão. É a recusa de terminar o processo antes de o processo ter dito algo verdadeiro.
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